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DO INTERIOR DE MINAS PARA O MUNDO – FILME-ÓPERA “PITÁGORAS DE SAMOS” CONQUISTA PREMIAÇÕES EM CINCO CONTINENTES

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Obra autoral de Andersen Viana é a primeira produção do gênero sobre o filósofo grego e já acumula seleções em festivais de prestígio como Cannes Continental e Toronto Nollywood.

A produção audiovisual mineira acaba de ganhar um novo marco de projeção global. O filme-ópera “Pitágoras de Samos”, idealizado pelo multiartista Andersen Viana, consolidou sua trajetória internacional ao conquistar uma impressionante sequência de prêmios e seleções em festivais de cinema, música e artes ao redor do mundo.

Realizado pelo Coletivo Pitágoras/Carmilla (CPC) e viabilizado pelo Edital FEC – Circula Minas, o projeto apresenta uma abordagem inédita sobre a vida do filósofo, matemático e músico grego. Mais do que o famoso teorema estudado nas escolas, a obra mergulha nas facetas místicas e históricas do sábio.

Um mapa de conquistas globais

Desde sua estreia no circuito, o filme já percorreu países como Canadá, Estados Unidos, França, Holanda, Alemanha, Índia e Emirados Árabes. A recepção da crítica tem sido calorosa, com passagens por eventos de peso como:

  • European Cinematography Awards (ECA), em Amsterdã;
  • Cannes Continental Film Festival;
  • Toronto International Nollywood Film Festival;
  • Chicago Indie Film Awards.

Divulgação

Reconhecimento técnico e artístico

A obra não apenas circulou, mas acumulou troféus. Andersen Viana foi premiado em diversas frentes como Melhor Compositor, Diretor e por Melhor Música Original. A atuação de Wagner Soares também foi destaque, rendendo-lhe prêmios de Melhor Ator.

A produção técnica foi igualmente celebrada em categorias como Melhor Edição, Desenho de Som e Produção, evidenciando o trabalho de nomes como Fabíola Protzner, Carlos Canela, André Brant e Lucas Teles.

“A obra mostra todas as faces de Pitágoras. Poucas pessoas conhecem sua história em profundidade”, afirma Andersen Viana, que dedicou quase dois anos à pesquisa histórica para compor o libreto.

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Inovação visual e sonora

O filme-ópera utiliza uma linguagem criativa para superar limitações orçamentárias: músicos e cantores dão voz aos desenhos de João Guilherme Bufeti, com edição da Carabina Filmes. O projeto nasceu de um diálogo em 2019 entre Viana e o maestro André Brant, contando posteriormente com a revisão técnica do maestro Lucas Doro.

Embora o ciclo atual da obra já tenha alcançado o sucesso global, os produtores enxergam este momento como um trampolim para uma futura versão com cenografia e figurinos completos, ampliando ainda mais o impacto da dramaturgia musicada mineira.

Ficha Técnica Resumida

  • Criação, Música e Direção: Andersen Viana
  • Realização: Coletivo Pitágoras/Carmilla (CPC)
  • Edição e Vídeo: Carabina Filmes (Carlos Canela)
  • Ilustrações: João Guilherme Bufeti
  • Apoio: Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Edital Circula Minas)