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PIC COMEMORA 65 ANOS

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Em 26 de janeiro de 1961, nascia o Pampulha Iate Clube.  Foi na Belo Horizonte do final da década de 50 que surgiu a ideia de se construir um novo clube na cidade voltado para a alta sociedade mineira. E não, deveria ser apenas um clube que reunisse as pessoas por castas, mas que se tornasse conhecido nacionalmente pela sofisticação e importância social. Um clube diferente de todos os demais inclusive no espaço físico e que garantisse lazer, esporte e recreação de qualidade, sobretudo para os jovens. 

A obra seria imponente e três grandes mestres assinaram os projetos: Oscar Niemeyer, Roberto Burle Marx e Cândido Portinari. O local escolhido media 300 metros ao longo da Av. Otacílio Negrão de Lima, de frente para a Lagoa da Pampulha e englobando uma área total de 44.000 metros quadrados. Um projeto arrojado, de grandes proporções e que contou com o apoio dos principais dirigentes da cidade e do Estado, o Governador José de Magalhães Pinto, o Prefeito Aminthas de Barros e os vereadores da Câmara Municipal. 

Tudo foi programado para oferecer um cenário grandioso e exuberante, a começar pela piscina que, com cento e dois metros de extensão, até hoje é um dos principais cartões postais do Clube.

O PIC tem uma obra de arte no clube, de Cândido Portinari,  feito  de azulejos intitulado Peixes é de autoria do renomado artista Candido Portinari e foi idealizado na década de 60 por Oscar Niemeyer.

A obra tem a dimensão total de 2,90 x 6,50m, é composta por 817 azulejos, sendo que cada azulejo mede 15 X 15cm e foi executada pela empresa Vitrais Conrado Sorgenicht S.A., de São Paulo. O painel artístico apresenta processos de desgaste natural, devido a variação de umidade, percolações de águas pluviais e incidência solar direta, o que causa mudanças de temperatura ao longo do dia. Estes fatores combinados ameaçam a integridade física e estética da obra de arte. 

O presidente do PIC, Antônio Eustáquio da Rocha SoaresTaquinho define a história dos 65 anos do clube – “Desde o primeiro traço, já carregava o destino dos grandes, moldado pela genialidade de Oscar Niemeyer, pelas cores de Cândido Portinari e pelos jardins eternos de Burle Marx. Há 65 anos, o PIC não é apenas um clube. É abraço que acolhe”, encontro que fica, lembrança que o tempo guarda com carinho. Aqui, histórias florescem e atravessam gerações — de mãos dadas entre amigos, pais, filhos e netos, tecendo, dia após dia, a grande Família PIC. Celebramos cada sorriso compartilhado, cada conquista vivida, cada instante que se transforma em memória. E com o olhar voltado para o amanhã, seguimos juntos: modernos no pensamento, acolhedores na essência, prontos para continuar fazendo parte dos capítulos mais felizes da sua vida. PIC — 65 anos de amor, tradição e um futuro onde novos sonhos já começam a nascer”.

Capa: Divulgação